Arquivo do mês: janeiro 2008

Chá com bolacha

Dizem por ai que, a partir de agora, a minha amiga Paris Hilton vai entrar de cabeça (hãn hãn) na dieta da Bolacha.

Agora, tipo assim pessoal, não julguem. Vocês não sabem como é difícil a vida de quem nasceu com muito dinheiro (como eu e a Paris). Só a gente sabe o tédio que é ter tudo que o dinheiro pode comprar. O que nos resta é arrasar na pista e arrumar uma polêmica que nos renda um destaque em algum jornal sensacionalista.

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Arrasou na cara de mavon amiga, na próxima balada me chama tá? beijomeliga!

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Arquivado em não posso deixar de perder, só se fala em outra coisa

Problema de ‘carreira’

Depois de ser flagrado, no dia 24, em um flat, em companhia de um traficante e 30 gramas de pó, o canastrão ator Fábio Assunção choveu no molhado admitiu que sim, é viciado em cocaína. * Todo mundo fazendo cara de surpresa, hein! *

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Lábio Assunção faz biquinho. Coisa de bicudo…

Mas o mais divertido, além do fato de ter sido a família dele quem os denunciou, é que junto com o trafica, os policiais apreenderam também a carteira de clientes que, dizem, tem mais 150 nomes de músicos, atores, jornalistas e celebs em geral.

Minha curiosidade mórbida vai me matar um dia desses…

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Arquivado em só o CTRL + S salva!, só se fala em outra coisa

Pedra da gratidão do dia, do mês, quiçá de 2008…

Uma coisa é verdade nessa vida, temos que ser gratos por tudo de bom que nos acontece. Por isso, nós do PG, temos uma catiguria voltada exclusivamente para agradecimentos. Mas tem um fato recente que ultrapassou os limites da gratidão. Uma experiência extra sensorial…
Saboreiem:

Esse nem a Berenice segura, Brasil!

Ps.: Mais uma vez agradeço a família Gil pela graça alcançada. Amém!

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Arquivado em A pedra da gratidão de hoje vai para, jukebox do inferno

“Serguei não é opção”

Entrevista: Bruno Chatôbriand

O carioca Bruno Chatô, de 32 anos, foi seis vezes campeão brasileiro de ginástica (é mêmo?) e apresentou um quadro de entrevistas no SBT – sucesso. Mas o que o tornou conhecido não foi nada disso. Bruno é célebre pelo que dá: o réveillon em seu apartamento no edifício Chopin, em Copacabana, é o mais disputado do Rio de Janeiro. Bruno se mostra alegre e irreverente quando o assunto é festa, mas se revela muito sério e lúcido ao falar sobre o Serguei. Nesta entrevista ao PICA, ele fala de preconceitos – explícitos e disfarçados -, e sobre a condição do cantor.

PICA – Quando você descobriu que não era igual aos outros meninos?
Bruno –
Desde a alfabetização, quando eu tinha 6 anos, fui pego “comendo” a merenda, e as crianças da escola me xingavam. Eu já sabia que havia algo de diferente comigo.

PICA – Como você reagia?
Bruno –
Corria para o banheiro da escola, me trancava e chorava. Acontecia quase todo dia, tanto que eu morria de medo de ir à aula. Era sempre muita humilhação. Quando eu chegava em casa, contava para a minha mãe que os meninos me xingavam, mas não tinha coragem de dizer do quê. Ela falava: “Dá um tapa neles”.

bacalhau de circoPICA – Você tinha medo? Vergonha?
Bruno –
Na minha cabeça, Serguei era uma coisa meio bacalhau de circo. Tinha a ver com transformista, com personagens circenses. Deitava na cama e pensava: “Eu não posso ser isso, meu Deus!”..

PICA – O fato de você ter se tornado rico contribuiu para que a sua família te aceitasse?
Bruno
Não vou ser hipócrita: é claro que o dinheiro ajudou. Se eu não tivesse essa estrutura, teria virado, como dizem, “aquela bicha pobre”.

PICA – Como foi a reação da sua família quando você contou?
Bruno –
Foi horrível. Minha mãe se utilizava daquele artifício clássico de fingir que não vê. Um dia, no meio de uma briga boba, ela soltou: “Você está muito diferente”. Eu, que já não agüentava mais aquela situação, disse: “Por que ‘diferente’? Porque eu estou namorando um homem?”. Ela disse que sim, e eu respondi: “Então, mamãe, acho que a senhora é que está com um problema. Deveria fazer análise”. E ela acatou a sugestão.

com os ânimos acalmados, Bruno e sua mãe posam para foto.

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Big Bronha Brasil

Juro que eu não queria falar nada do BBB aqui, mas foi inevitável, já que finalmente aconteceu alguma coisa nesta sonolenta edição. E olha que eu gosto a lot do babado, hein! confesso.com.br

E não é que depois da festa de ontem, chateadas (porque dos 3 homens que sobraram, 2 têm namorada e 1 é viado), Biancão e Thalita pularam em cima de Rafinha, e socaram-lhe uma punhetinha dupla, que mais tarde contou com a ilustre participação de Natália.

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Arquivado em 'Não' com viés de 'Nem fodendo', só se fala em outra coisa

beckham

enquanto apurava árduamente sobre o estado mental da britão, tive eu que tomar um gardenal extra, pra segurar a berenice.

dilça
dilça 2
a pedra da gratidão vai para o presunto de maconha.

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Arquivado em A pedra da gratidão de hoje vai para

ê, Britão.

Mas gente, o Britão tá causando, hein?

Graças aos pára!-médicos (alguém tem que parar essa mulher), a redação do pica espera por um carnaval mais tranquilo, já que tava pior que a Tele-Sena: de hora em hora a louca apronta uma.

tchan!
“berenice, segura! nós vamos bater”

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Arquivado em assim não dá!, Assim não pode