Ó lá, não falei que a gente podia esperar pelos próximos constrangimentos depoimentos bombásticos? Depois dos depoimentos do jornalista preso por tráfico de entorpecentes e de sua suposta amante/fonte, a defesa do Cabrini saiu-se com esta pérola:
“Ele se envolveu com ela em razão de uma reportagem que fazia sobre o PCC. No meio dessa história, ela passou a ameaçá-lo e fez com que ele consumisse [a droga], sob ameaça de uma arma, com o intuito de filmá-lo. Ele me falou: ‘Renato, eu tinha que fazer essa concessão para preservar minha integridade física’. É como se um jornalista fosse fazer uma reportagem na floresta e uma tribo o obrigasse a comer carne humana. Ele não comeria?”, disse o advogado.
E o pior é que é com essa teoria que eles esperam que o Ministério Público aprove o relaxamento de flagrante. Mas a gente não desiste: Free Cabrini!
1 Comentário
Abril 17, 2008 às 10:34 pm
[...] da defesa patinante de Cabrini, baseada em teorias como “foi uma armação, tive que cheirar com ela apenas para manter a cordialidade entre [...]